quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Eu e meu cabelo, meu cabelo e eu: minha jornada

Assim como a maioria das meninas com cabelos crespos e/ou encarapinhados, eu sempre mantive uma relação turbulenta com as minhas madeixas. Desde pequena, meus cabelos se apresentavam como um problema.

 Nascendo em uma família miscigenada e sendo criada pelo "lado branco" da família, já se pode imaginar o que aconteceu: ninguém sabia lidar com meu tipo de cabelo. Ao contrário dos cabelos lisos dos meus primos e primas, no meu não bastava simplesmente lavar com xampu, desembaraçar com uma escova ou pente qualquer e esperar secar...

Durante os primeiros anos da infância, a única pessoa que tinha a destreza de mexer no meu cabelo era minha madrinha. Mesmo não sabendo nada específico sobre cabelos crespos, ela tentava tratá-lo da melhor maneira possível e sempre inventava vários penteados diferentes na minha cabeça (porque usar o cabelo solto definitivamente não era uma opção!).

Mais tarde, passei a frequentar um salão e a fazer escova. Desde essa época meu cabelo encolhia absurdos, então só quando ele estava molhado ou esticado é que se percebia como era grande. Fazendo escova eu finalmente realizei o sonho de sair por aí com os cabelos balançando ao vento - mas fugindo da chuva, ou ele encolheria!

É claro que uma coisa leva à outra e o que começou na escova logo passou à química. Lá pelos 8 anos fiz meu primeiro relaxamento. Continuava usando o cabelo escovado e o relaxamento facilitava bastante esse processo. Só que como nem tudo são flores, um belo dia a moça que fazia relaxamento em mim teve um problema de saúde e ficou vários meses afastada do trabalho. Minha mãe e minhas tias, desesperadas, correram para outro salão, achando que lá eu poderia dar continuidade ao que estava fazendo. Ledo engano...

Naquela época, a henna estava na moda. O pessoal do salão inventou de passar henna no meu cabelo, dizendo que ela solucionaria todos os problemas: hidrataria o que estava ressecado, fortaleceria o que estava fraco... Conclusão: aplicaram a tal da henna em mim (que até hoje eu não sei se era henna mesmo ou se era outra coisa) e cortaram meu cabelo bem mais curto do que estava originalmente. Óbvio que eu caí em prantos... E depois mais ainda, porque meu cabelo começou a quebrar assustadoramente e eu fiquei com um resto de cabelo avermelhado, muito ressecado e com aspecto de queimado. Lembro que naquele ano voltei pra escola com um rabicho de cabelo que mal prendia na xuxinha, cheia de vergonha...

Essa foi a minha primeira tentativa de ficar careca, rs... Só que ainda não havia sido dessa vez!  Não voltei mais naquele salão e esperei minha antiga cabeleireira retornar às atividades. Nem preciso dizer que a partir daí meu cabelo nunca mais ganhou comprimento. Esse foi o "início do fim" e o começo de um grande problema de autoestima que viria se estender durante quase toda a minha adolescência.

Também foi o início do círculo vicioso da "dependência química" do relaxamento. Todos nós achávamos que algum produto milagroso iria "dar jeito" no meu cabelo e por isso nos agarrávamos em cada novidade que aparecia. Eventualmente, minha cabeleireira de fé encerrou as atividades definitivamente e eu parti para outros salões. A história era sempre a mesma: nos primeiros meses meu cabelo ficava lindo, sedoso, mostrava crescimento. Mas após esse período ele passava a quebrar, ressecar, ficar com aspecto de queimado de sol, com as apontas aloiradas e destruídas. E pra dar jeito nisso, eu vivia cortando, o que resultou em um cabelo cujo comprimento nunca - eu disse NUNCA - passou do pescoço. É claro que entre um salão e outro eu fiquei "quase careca" mais uma vez, mais duas vezes...

Em determinado ponto, lá pelos 14, 15 anos, eu simplesmente joguei a toalha. Já estava cansada de gastar tempo e dinheiro, de madrugar pra chegar cedo no salão, de ficar horas sentada ferindo meu couro cabeludo com os produtos de relaxamento e com as cerdas das escovas. Por vezes, após a química, eu mal podia deitar no travesseiro de tão machucada que estava minha cabeça, tamanha a gravidade das queimaduras.


Nesse momento eu ainda não havia decidido o que fazer, só sabia que não queria continuar fazendo o que dava errado. Fiquei uns meses pensando em que jeito daria no meu cabelo quando vi pela primeira a Luciana Mello. Eu nem lembro o que ela falou na entrevista, só sei que fiquei maravilhada pela imagem dela. Pude até me identificar fisicamente com ela pois nós, filhas de um casal interracial, tínhamos traços comuns (a cor da pele, a testa proeminente, o nariz mais largo). Vendo Luciana Mello na TV eu percebi que pra ser bonita não precisaria ter um cabelo liso – afinal, eu poderia ter tranças!

E foi nesse momento que decidi que queria ter tranças. Como na época não tinha internet, fui pesquisando salões "afro" na lista telefônica mesmo! A busca durou mais ou menos um mês, e eu sempre usava a Luciana Mello com modelo. Dizia “eu quero fazer tranças, quem nem as da Luciana Mello”. Finalmente, depois de achar o bendito salão e passar 15 horas sentada na cadeira, eu consegui realizar o desejo de ter um cabelão”! Saí do salão esgotada mas radiante com as minhas tranças batendo no meio das costas

E assim se passaram os anos. 16, 17, 18, 19... Com tranças eu podia pular de salão em salão porque não me importava em variá-las... Uma vez fazia mais compridas, outra mais curtas, outra mais grossas, mais finas, coloridas, pretas, vermelhas, loiras... Às vezes elas davam errado e ficavam horríveis, mas era tudo uma questão de dias, porque no dia seguinte eu podia tirar tudo e refazer. Achei que fosse usar tranças pra sempre, porque elas eram ainda melhores que ter um cabelo liso: eu estava sempre pronta, sempre arrumada para qualquer ocasião. Não precisava ter “cuidados” diários – um xampu no fim da semana já dava conta do recado. Eu não saía de casa sem estar com tranças. Quando havia alguma festa, algum evento pra eu ir e eu não tinha refeito as tranças, eu simplesmente não ia. O dia de retirar e o dia de refazer as tranças eram os dois dias sagrados que aconteciam de 4 em 4 meses: eu não marcava nada pra esses dias porque minha vida parava só para fazer isso.

Lá pelos 21, 22 anos eu comecei a considerar tirar as tranças, depois de ver como meu cabelo havia crescido (já que eu não havia cortado nenhuma vez nesse tempo). As pontas com química simplesmente se foram, elas se desintegraram sozinhas e me deixaram com uma cabeça cheia de cabelo natural. Durante a retirada das minhas penúltimas tranças eu finalmente vi como meu cabelo era de verdade. E mesmo estando bem maltratado, quando molhado ele fazia uma cachinhos muito simpáticos! E foi aí que eu decidi que aquelas próximas tranças seriam as últimas.


Por sorte, o mesmo salão onde eu fazia tranças cuidava de cabelos afronaturais, então pude ficar em boas mãos, sem pressão para alisar os fios novamente. Comecei a me identificar com o que eu realmente era, com as minhas raízes, com a minha origem. Mas o cabelo ainda não estava 100%. Por falta de tempo, acabei deixando de ir ao salão e passei novamente a cuidar sozinha dos cabelos. 

Mas dessa vez eu já estava mais preparada. Já era adulta e podia ir às lojas procurar por produtos voltados para o meu tipo de cabelo e experimentar os que eu achasse mais apropriados. Nesse meio tempo, também abusei da minha cunhada, que estava fazendo curso pra ser cabeleireira. Ela me indicou  produtos profissionais de qualidade, alguns dos quais uso até hoje, além de cortar meu cabelo e eu ter a liberdade de poder explicar exatamente o que eu queria que fosse feito.


Em 2008 passei um bom tempo pesquisando na internet formas de cuidar de um cabelo crespo. Conheci vários sites inspiradores e instrutivosdescobri o que era no poo, low poo, pesquisei sobre tipos de fios, tipos de cachos, estrutura dos fios, ciclos de crescimento, li blogs, vi vídeos, enfim... Entendi porque meu cabelo era do jeito que era e que ele não poderia fazer algo que não foi feito pra fazer. Em outras palavras, descobri que eu não podia tratá-lo do jeito que eu queria que ele fosse, e sim do jeito que ele era.



E foi nesse momento que fiz as pazes comigo mesma e com meu cabelo. E em outubro de 2008 meus cabelos viram uma tesoura pela última vez. Após uma transição gradual para o low poo, em meados de 2009 já havia abolido completamente os sulfatos e os silicones “insolúveis”. Concomitantemente, apliquei as técnicas de estilização da Teri LaFlesh e seguia as dicas de produtos da minha cunhada, sempre dentro do low poo. E daí pra frente foi só alegria: meu cabelo respondia cada vez melhor.


Hoje, quase 12 anos depois da minha última química, meu cabelo, quando esticado, está no mesmo comprimento em que eu costumava fazer minhas tranças soltas. Do período das tranças, só fico triste mesmo de não ter dado um pouco mais de atenção aos meus fios originais. Se tivesse cuidado deles naquela época, já poderia estar com o cabelo que tenho hoje há muito tempo atrás. Mas como há males que vem para o bem e a vida é um grande aprendizado, se pudesse voltar atrás na minha jornada, não mudaria uma vírgula
 
Minha jornada capilar me fez aprender muito mais do que simplesmente tratar dos meus fios... Ela me fez uma pessoa com uma nova perspectiva sobre o mundo e sobre mim mesma.

24 comentários:

  1. Nica, estou super feliz, nasceu o blog. Este blog é de utilidade pública! Parabéns!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigada, Leila!
      Tomara que você goste...
      Bjos

      Excluir
    2. Oii preciso da sua opinião me adc no facebook p gente conversar quero te mandar uma ffoto minha , quero fazer tranças e quero saber como elas funcionam obg

      Excluir
  2. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  3. Nica!!! Muitos Parabéns pelo blog e pelo seu percurso magnífico.
    Não se trata apenas da história de um cabelo mas do quanto ele foi determinante na formação da sua personalidade, e, do modo como, em consciência, você traçou de forma positiva e construtiva, o seu próprio caminho!
    "Se mudasse uma vírgula na sua jornada" você não seria este resultado: a pessoa linda em que se tornou.
    Desejo de coração, muito sucesso - Que muitas meninas consigam, a partir da sua experiência e conhecimento, trilhar o caminho que você desbravou e construiu, a pulso!

    Bjs

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ô, Carlinha, obrigada! De coração...!
      Beijos!!!

      Excluir
  4. Nica parabéns pelo blog !! Estou muito feliz em poder acompanhar de comecinho esse tesouro .

    ResponderExcluir
  5. Oii gostei do blog, vou sempre acompanhar.
    ja faz 7meses q estou sem quimica vou fazer a tecnica do low poo e vamos ver o q vira rsrs. A transição é muito difícil, mas nao vou desistir.
    bjs

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Jéssica, boa sorte na sua jornada! Não desista mesmo :)
      Bjos!

      Excluir
  6. oi, estou a 6 meses na transição,meus cabelos são crespos e tem ezatamente 6 dedos de comprim'to,gostaria de saber se com 9 meses ja consigo fazer um corte repicado que não deixe muiiito curto mas que tire pelo menos 90% da quimica. Obrigada!!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Acho difícil com esse comprimento você conseguir fazer um corte que "apareça". Se o seu cabelo é crespo como o meu, com 9 meses de cabelo natural provavelmente ele ficará bem curto, pq a tendência é encolher os cachinhos.
      Bjos!

      Excluir
  7. Eu to adorando o seu blog, essa já é a 4ª postagem que eu leio dele só hoje!

    Minha jornada foi muito parecida com a sua, com exceção das tranças, porque eu tinha vontade de fazer, mas tinha medo da dor de cabeça que dava depois.

    Eu também dei a "sorte" de ser a única com cabelos crespos na minha casa, minha mãe e irmãs tinham o cabelo cacheado, mas com cachos mais abertos, mais fáceis de cuidar. Todos os salões que eu fui diziam que iam dar jeito no meu cabelo e nenhum dava, me sentia igualzinha a você quando pequena, sofria horrores na escola com apelidos, sofri muito!

    Mas, descobri o No poo, e lá por meados de 2005 voltou a moda do black. Desde então me joguei de cabeça. Eu ainda não sigo a risca a rotina do no poo, mas pretendo me jogar. E desde 2009 meu cabelo tá totalmente virgem, graças a Deus!

    Parabéns pelo blog... continue assim por favor. bjos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Deh, parabéns pela sua decisão em seguir o caminho do cabelo natural! É uma estrada de mão única: uma vez que você entra nela, não tem mais volta! rs
      O cabelo tem um significado todo especial para meninas, moças e e mulheres como nós... Quando a gente se acerta com ele acertamos várias outras coisas na vida, rs
      Bjos e continue na sua jornada!

      Excluir
  8. Grande sua história... Eu inventei de estragar o meu cabelo há pouco tempo(12/2011), escova defintiva, pior coisa que fiz na vida.
    Já tem 6 meses, e estou com uns 5 dedos, horrível isso. Simplesmente está uma coisa, estou sofrendo até hoje com isso (depre). Está curto (devidos cortes violêntos), indefinido, feio. Estava hidratando e mantendo na escova, mas a cabelereira me recomendou parar com a escova e se adaptar como ele está agora...nss triste (pra não abrir mais os cachos,e estimular os cachos, sei lá). Estou louca pra tê-los de volta. Em fim estou fazendo o que ela me pediu, não por quanto tempo. Tem aqui na minha cidade um Instituto de Beleza para cabelos cacheados, não tive coragem de ir, tipo jogar mais química e o principal cortar toda química.
    Assim, sinto que minha identidade se foi com o cabelo (a história de Sansação), agora que estou melhorandoooo, sabendo como lidar com ele.
    Espero que até 12/2012 eu consiga me livrar disso...
    OBS: é muito bom procurar assuntos na internet msm, conhecemos pessoas como nós...

    Seu cabelo está muito bonito, parabéns!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Essa fase de transição é difícil, mas pode apostar que o resultado vale a pena :)
      Sua cabeleireira fez o certo, realmente escovas constantes danificam os fios e podem prejudicar seu cabelinho novo que está aparecendo. Você pode tentar alguns penteados pra disfarçar as duas texturas e preservar seus fios.
      Bjos e obrigada!

      Excluir
    2. Nica, voltei!
      Será msm que terei de volta meu cabelo, snif! Nossa tem dias que consigo usá-lo outros não, pode ser tb minha baixa estima. é difícil acreditar que isso é possível (cabelo crescer). O pior é que meu cabelo não é crespo e sim ondulado/cacheado, os cachos que ficam forçadamente logo se vão, perdem força. Me olho no espelho e só vejo química, minha raiz está anelada, se iguala fácil. Tenho muitas suadades dos cabelos cacheados, finos e bonitos que eu tinha. As vezes me pego sem esperança de tê-los novamente.

      Lairane
      Bjsssssssss

      Excluir
    3. Claro que terá seu cabelo de volta, menina, mas junto com o cabelo tem que cultivar a paciência, hehehehe... No mais, você pode, daqui a um tempo, ousar e usar o seu cabelo curto, pq não? Às vezes uma radicalizada no visual faz bem e surpreende nossos olhos! :)

      Excluir
  9. Nica, seu blog é de fato muito inspirador, porém queria te fazer uma pergunta, você acha que bons resultados só podem ser obtidos seguindo o no ou low poo??? pq sinceramente há produtos que nao quero abandonar, mas p.e como retiraria do cabelo resíduos de um condicionador acumulado ha um mes com um shampoo sem sulfato? Aguardo sua resposta. Beijos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ray, desculpe pela demora na sua resposta! Então, absolutamente não! Eu acho que o melhor por cabelo é aquilo que deixa ele mais bonito e saudável e não agride a nossa saúde. Eu faço low por uma necessidade do meu cabelo, mas tem cabelos que não necessitam do low nem do no poo e isso é ótimo, até pq a gama de produtos possíveis se torna bem mais ampla! Então com lo, no ou nenhum dos dois, se o seu cabelo estiver legal, do jeito que vc quer, continue assim :)

      E sobre retirar resíduos, eu acho que seu cabelo vai pedir esse xampu, e isso fica bem nítido qnd se usa produtos com petrolatos e parafinas. Isso realmente deixa o fio estranho depois de um tempo. Mas realmente acumula é qnd esse tipo de substância vem em cremes de pentear e leave-ins e vc usa sempre, em todas as lavagens. Mesmo quem não segue o low poo pode maneirar nos produtos com essas substâncias, sem cortá-los totalmente, pra evitar esse tipo de coisa.
      Bjos!

      Excluir
  10. olá tudo bom? Qual é o seu tipo de cabelo? Abraços!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Daiane!
      Olha, eu considero meu cabelo crespo-encarapinhado (kinky curly). Não sei que letra nem que número ele é, rsrsrs
      Bjos

      Excluir
  11. Nica! adorei saber da sua jornada com o seu cabelo! Vira e mexe eu estou aqui fuçando o seu blog, e nunca tinha dado conta que neste encontra-se a sua própria história com o seu cabelo! como eu sou desligada! rs. Mas hoje resolvi fazer diferente e estou tentando ler todos os posts desde o começo (espero que eu consiga), já que, mesmo tendo lido algumas postagens, eu me encontrava perdida em relação sobre por onde começar a cuidar do meu cabelito! rs. E olha, sua história é quase igual a minha! notei que o meu cabelo estava detonado! quase fiquei careca, eu não tinha nem o que prender na xuxinha! e a minha auto-estima, nem preciso citar que estava baixíssima! graças a Deus, Mark Zuckerberg criou o facebook, e a partir dele eu aprendi muitas coisas sobre o meu cabelo! e graças as minhas irmãzinhas, comecei a usar tranças e as minhas tranças eram nagôs, super lindas! usei tranças durante seis meses, depois tirei-as porque precisava resolver umas questões profissionais, e olha, esses seis meses foram o suficiente para o meu cabelo ficar crespo (ele é tipo 4c) e forte! achei aquilo um máximo, porque cresceu de um jeito impressionante! e bom, eu precisei relaxar, mas por enquanto, estou amando, até porque não vou rigorosamente ao salão passar o relaxante, não quero que ele (meu cabelo) vicie em química!

    Parabéns mesmo, Nica! sua jornada foi incrível, e olha, os seus cachos são lindos! Ah, essa música da Luciana Mello é sensacional! lembra muito a minha infância - doce época - rs.

    Beijinhos, flor!

    ResponderExcluir